Carta Pastoral

LUZES DO TEMPLO

15/03/2018 - Autor: Pr. Natanael Lima

QUEBRA GELO: Material:
1 caixa de fósforos (ou mais, dependendo da quantidade de pessoas); 1 vela.

Desenvolvimento: Distribua um palito de fósforo a cada participante; O aplicador da dinâmica deve ficar com a vela; Passe a caixa de fósforos e peça para que todos acendam seus palitos; O aplicador deve acender a vela ao mesmo tempo; Diga ao grupo que a missão é não deixar o fogo apagar (o que será impossível). Todos tentarão impedir e no final somente a vela permanecerá acesa.

Conclusão: Muitas vezes buscamos uma luz em muitas coisas (bebidas, festas, namoros, bens) achando que isso vai nos satisfazer, mas assim como o fogo do palito de fósforo isso no começo pode até nós deixar alegres, mas logo se apagará, já Jesus é como a vela. Ele é a verdadeira luz do mundo e é o único que pode satisfazer e preencher todo vazio que existe em nossos corações.

PASSAGEM BÍBLICA: Atos 20:8

LOUVOR: Ascende o fogo em meu coração

DESENVOLVIMENTO DO TEMA:

INTRODUÇÃO: Todos nós precisamos de luz. Quando falta luz natural logo é percebida mesmo que seja de dia, a geladeira desliga, o ventilador não funciona ainda mais se estiver calor! Já se foi o tempo onde um lampião era o suficiente. Á noite se falta luz é ainda mais desesperador, e se não tiver uma vela para clarear fica difícil enxergar qualquer coisa, porque necessitamos da luz. Nos acostumamos com a luz elétrica (luz externa) o templo natural precisa dessa luz e o nosso templo interior também precisa dessa luz. Então, qual o tipo de luz eu preciso para o meu templo interior?

1º – A LUZ DA EXPERIÊNCIA COM DEUS.
Existem coisas que ninguém pode te dar, nenhum parente, nem amigos, nem dinheiro, nem mesmo muita fama. A experiência com Deus é marcada como um divisor de águas na nossa vida, é algo que recebemos quando o buscamos, é um encontro do homem pecador com o Deus que perdoa pecados. É um dia feliz, um dia que precisa ser lembrado, o dia onde a luz brilhou nas trevas. Quando essa luz brilha em nossa vida não seremos mais só mesmos, tudo se faz novo, somos nova criatura (ICo.5:17 - As coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez novo). Uma experiência real, não teórica. Experiência não é algo distante, não é algo que você conheça através de pregações, ou de livros, ou de ouvir falar, não é algo superficial, é palpável. Existem homens na bíblia que tiveram essa experiência: Abraão (Gênesis 12.7) talvez Abrão já estava conformado com sua vidinha, já não esperava mais que seria pai…. Mais Deus tinha algo ainda melhor para Abrão, mais ele precisava de uma experiência com Deus de verdade.
Jacó (Gênesis 32.30) Jacó precisou ter uma experiência com Deus, para que ele conhecesse não somente o Deus de seu pai, mais também o seu Deus.

Isaías (Isaías 6) depois de profetizar muitos AIS (em Isaías 1. 2 em diante) no capítulo 6 foi a vez dele dizer “AI DE MIM” eu me vi! Sou pecador…. Isaías precisou ter essa experiência com Deus, ele teve seus lábios purificados.

2º - LUZ DO CONHECIMENTO
O conhecimento com Deus é o prosseguimento da experiência. É quando eu busco saber quem é esse com quem eu me encontrei e mudou a minha vida, é quando eu busco conhecê-lo. Quando conheço sua vontade, busco saber o que o agrada, o que posso fazer para o alegrar. Deus se revela todos os dias para todos aqueles que desejam conhecê-lo.
É viver uma experiência nova todos os dias, é conhecê-lo e prossegui conhecendo, é ter algo com substância para falar. Esse conhecimento se expressa através de uma vida transformada (Efésios 4.13)  “ATÉ QUE TODOS CHEGUEMOS Á UNIDADE DA FÉ E DO “PLENO CONHECIMENTO” DO FILHO DE DEUS” …. É não somente conhecê-lo, mais o tornar conhecido. Deus precisa ser o nosso assunto todos os dias. Quanto mais eu conheço Deus isso afeta minha vida (Isaías 6). Deus nos muda por dentro. Conhecimento progressivo (conheço e cresço, conheço e ele me muda… (Oséias 6.3). O conhecimento de Deus não é algo mental e sim racional, não é um sentimento e sim um relacionamento.

3º - LUZ DA COMUNHÃO
Comunhão é vida conjunta, é vida em comum, é ser comum com Deus e para Deus. Nossa comunhão precisa ser intencional, mantemos uma amizade através de visitas, através de relacionamento. É cultivar essa comunhão, é chegar sem precisar avisar.
É querer estar com Deus só para ouvir ele falar, só para sentir o cheiro dele, é as vezes não ter nada para falar…. Somente ouvi-lo.
Comunhão é a experiência e o conhecimento desenvolvido em sua plenitude, é quando Deus se torna o suficiente em tudo. É um exercício que eu tenho através da palavra, da oração e da comunhão com os meus irmãos.

CONCLUSÃO: Assim como a falta de energia elétrica nos incomoda, é necessário que ao percebermos a ausência da luz de Deus em nossa vida. (Sua presença, Sua palavra e seu poder). Busquemos reacende-la, assim como esperamos pelo retorno da luz elétrica. Que Deus continue iluminando nossas vidas.

 

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